Artigos – Movimento O Sul é o Meu País – Curitiba https://osuleomeupaiscuritiba.com Movimento O Sul é o Meu País - Curitiba Fri, 06 Mar 2026 20:53:31 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=7.0 https://osuleomeupaiscuritiba.com/wp-content/uploads/2026/02/cropped-favicon-32x32.webp Artigos – Movimento O Sul é o Meu País – Curitiba https://osuleomeupaiscuritiba.com 32 32 EDITAL DA ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA DO MOVIMENTO O SUL É O MEU PAIS DE 2026 https://osuleomeupaiscuritiba.com/edital-da-assembleia-geral-ordinaria-do-movimento-o-sul-e-o-meu-pais-de-2026/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/edital-da-assembleia-geral-ordinaria-do-movimento-o-sul-e-o-meu-pais-de-2026/#respond Fri, 06 Mar 2026 20:53:31 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=70234

 

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Municípios e Estados pobres. Federação rica! https://osuleomeupaiscuritiba.com/municipios-e-estados-pobres-federacao-rica/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/municipios-e-estados-pobres-federacao-rica/#respond Sat, 08 Jun 2024 01:35:11 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69990 Municípios e Estados pobres. Federação rica!

Há muito tempo o Brasil sofre de uma doença cancerosa de extrema gravidade que exaure todos os recursos produzidos pelo Brasil que trabalha. Sim, é uma doença insidiosa, que consome as energias do povo trabalhador brasileiro e que empanturra a elite brasileira com recursos gerados pela sofrida massa trabalhadora. Esta doença tem nome: Brasília; nada contra a cidade e seu povo, tudo contra uma elite gananciosa e obtusa a quem não importa o bem do povo, mas seu bem estar próprio. O povo? Um mal necessário com que se convive vez ou outra, principalmente, em épocas de eleições ou nunca se convive.

Federação (do latim: foederatio, de foedus: “liga, tratado, aliança”) ou Estado Federal é um Estado composto por diversas entidades territoriais autônomas dotadas de governo próprio. Os poderes são, constitucionalmente, independentes e não devem interferir em decisões que não são de sua alçada. No Estado Federal as atribuições da União e das unidades federadas são fixadas na constituição, por meio de distribuição de competências.

O que já vinha acontecendo e agravou-se com o passar dos dias são ações conflitantes que partem do Supremo Tribunal Federal e que invadem outros poderes; quando legisla, por omissão do Congresso, ou quando define ações executivas que seriam atribuições do poder executivo. Inúmeras são as decisões tomadas pelo STF ou pelo poder executivo sobre a autonomia dos Estados. Recentemente a lei aprovada em Santa Catarina sobre o homescholling foi considerada inconstitucional, pois só o governo federal pode legislar sobre Educação ou, outro exemplo, a aprovação por vários Estados sobre a proibição da linguagem neutra que foi derrubada pelo STF. Que Federação é esta em que os Estados não podem pensar de maneira diferente?

O legislativo sofre do mesmo mal em relação ao STF. Partidos de esquerda, ao serem vencidos pelo voto em decisões que lhes contrariam, recorrem ao STF, que sem respeitar a independência dos poderes, decide de acordo com suas convicções. Isto tem sido uma constante, cuja consequência mais evidente, é o enfraquecimento da Federação. Ora permite-se a saída de indivíduos condenados, não se prende a não ser depois de transitado em julgado, ora prende-se jornalista por crime de opinião e proíbe-se a eliminação de impostos sobre a importação de armas e, por aí caminha a Pátria Amada Brasil. O que interessa a um grupo específico é feito, o que interessa a outros, esqueça-se.

A Federação que exaure os Estados com arrecadação compulsória trata, estes Estados, a pão e água, quando se faz necessário devolver recursos que interessam à educação, saúde e infraestrutura. Sustentar Brasília e sua elite gulosa é o papel da Federação. Vale lembrar Maria Antonieta e seus brioches, sem esquecer que sua ironia custou-lhe o pescoço na guilhotina de Danton, Marat e Robespierre.

O Brasil já deu mostras, desde a monarquia, que seu tamanho, aliado aos modelos gerenciais adotados, não funcionou, não funciona e não funcionará.

A tragédia que se abateu sobre o Rio Grande do Sul está atrelada à má gestão pública, ao modelo federativo de transferência de recursos e a falta de estrutura técnica necessária para enfrentar momentos que fujam do comum; talvez o Japão seja um bom exemplo a ser seguido e, vamos esperar por outras tragédias que com certeza acontecerão!

Por Ozinil Martins de Souza, Colunista do Movimento O Sul é o Meu País.

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Arrecadação versus Retorno: dados de 2023 comprovam o saque tributário, onde Brasília fica com quase 80% dos impostos da região Sul https://osuleomeupaiscuritiba.com/arrecadacao-versus-retorno-dados-de-2023-comprovam-o-saque-tributario-onde-brasilia-fica-com-quase-80-dos-impostos-da-regiao-sul/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/arrecadacao-versus-retorno-dados-de-2023-comprovam-o-saque-tributario-onde-brasilia-fica-com-quase-80-dos-impostos-da-regiao-sul/#respond Wed, 03 Apr 2024 13:54:46 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69958 Arrecadação versus Retorno: dados de 2023 comprovam o saque tributário, onde Brasília fica com quase 80% dos impostos da região Sul

            A região Sul, recebeu míseros 21,33% dos recursos que enviou para Brasília em 2023.

            Pesquisa realizada em fontes oficiais do governo federal demonstram que o neocolonialismo interno mantém-se firme no Brasil onde a região Sul recebeu somente cerca de um quinto dos recursos que enviou para Brasília em 2023.

Neste dia 1º de Abril, a mentira de que todos os brasileiros são iguais perante a lei conforme preconiza o Artigo 5º da Constituição Federal (da falsa Federação), prossegue inabalável a décadas. O Movimento O Sul é o Meu País concluiu e divulgou os dados envolvendo a arrecadação tributária da região Sul e mais uma vez os números são aviltantes.

Segundo dados colhidos em fontes oficiais do governo federal pelo Diretor de Estatística do Movimento e coordenador da pesquisa, Fabrício José Barbosa, o esforço produtivo da população desta região arrecadou, R$ 328.802.238.484,00 (cerca de R$328 bilhões). Desta fortuna enviada a Brasília, retornou para o Sul em 2023 somente R$ 70.127.595.879 (cerca de R$70 bilhões). Ou seja, apenas 21,33%. “Brasília abocanhou 78,67% de tudo que foi enviado em impostos pelos Sulistas. São mais de 258 bilhões que foram literalmente roubados e que nunca mais vamos receber de volta. Algo sensato seria compormos um orçamento federal onde receberíamos no mínimo mais da metade do valor arrecadado na forma de investimentos e o restante depositado num fundo federal destinado ao desenvolvimento dos demais povos de Estados mais carentes. Mas outra bem diferente é recebermos somente um quinto deste valor, o que é inadmissível. Os números provam que existe de fato um sistema político neocolonial implantado dentro do Brasil, onde alguns entes federados (Estados) produzem muito e recebem muito pouco, e a metrópole que não produz nada fica com esta fatia aviltante de recursos”, analisou Fabrício.

O levantamento feito pela entidade mostra também um panorama geral do Brasil, envolvendo todos os Estados e o Distrito Federal. As comparações envolvendo quanto cada um arrecada e quanto recebe de volta são inevitáveis e mostram a total ineficiência da gestão concentrada em Brasília. “É desanimador ver o trabalho suado de nossos sulistas ser reduzido a 1/5. Entra ano, sai ano, entra governo, sai governo, e só o que acontece é cada vez mais um empobrecimento da região Sul que muito produz e pouco recebe. Apesar de saber que isso não muda, ou melhor, só piora, sempre há a esperança de que algo melhore, porém este algo não acontece. O sucateamento de nossa região pelo governo federal ao embasa cada vez mais nossa luta por emancipação econômica, política, administrativa e social. É humilhante ver o empobrecimento de nossa gente.”, afirmou a presidente do Movimento O Sul é o Meu País, Nãna Freitas.

            Por Celso Deucher, jornalista, escritor, historiador e Secretário Geral do Gesul.

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Escola do Século XXI ensina a pensar! https://osuleomeupaiscuritiba.com/escola-do-seculo-xxi-ensina-a-pensar/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/escola-do-seculo-xxi-ensina-a-pensar/#respond Wed, 03 Apr 2024 13:47:51 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69954 Escola do Século XXI ensina a pensar!

Quando se procura o significado de pensar vamos encontrar uma definição simples. “Submeter (algo) ao processo de raciocínio lógico; exercer a capacidade de julgamento, dedução ou concepção.” Observem o quanto existe de exigência no simples ato de pensar. Pensar exige raciocínio lógico que permite a qualquer indivíduo exercer a capacidade de julgar, deduzir e conceber algo ou alguma coisa.

Em tempos de má formação educacional, da enxurrada diária de informações as mais desencontradas possíveis, de fake news abundantes, de jovens alienados e adultos embrutecidos por ignorância ou ideologia, o ato de pensar com lógica (sendo redundante) virou uma atividade de risco. Sim! Expor a verdade com começo, meio e fim, embasado em fatos consistentes, expõe o autor a ser vítima de linchamento cultural, quando não vão além e partem para o cancelamento. Pensar, em certo país ao sul do Equador, virou atividade de risco.

Gosto muito de usar uma frase que mostra, claramente, a importância de saber pensar,

“Estamos preparando os jovens estudantes para profissões que não existem, para operar máquinas e equipamentos que ainda não foram criados e para resolver problemas que sequer imaginamos.”

A óbvia verdade explicitada na frase nos remete à necessidade prioritária de ensinar as crianças a pensar. Este é o papel fundamental de qualquer escola. Chega de preparar crianças para um mercado de trabalho que se modifica a cada dia mudando as habilidades das pessoas e valorizando características que não são abordadas, nem na escola e nem nas famílias.

No início dos anos 80, o livro Megatendências de John Naisbitt propunha uma análise sobre as tendências das mudanças que afetariam a humanidade nos anos vindouros; acertou na mosca quando afirmou que “quanto maior o desenvolvimento tecnológico, maior será a necessidade de domínio das competências sócio emocionais.” Em que momento as escolas ou mesmo as famílias abordam, com seus filhos, as competências sócio emocionais?

Vivemos tempos que exigem que casais, ao pensarem em ter filhos, se perguntem quais serão as condições que oferecerão ao futuro filho. Não basta somente delegar à escola o papel de educar, pois este é, inegavelmente, papel dos pais. Pais educam, escola ensina! Como diz o prefeito de Quaraí, no Rio Grande do Sul, “só tenha os filhos que possa educar!” Outdoors foram espalhados pelo município com esta frase. Às vezes é necessário ser duro nas afirmações para ser, completamente, entendido e, isto, pode ser impopular.

O futuro é uma incógnita para todos, mas é possível prever, baseado no crescimento da Inteligência Artificial, que muitos empregos que são ofertados atualmente devem desaparecer e, alguns, rapidamente. Com o crescimento da população mundial a um ritmo descontrolado e crescimento este, que ocorre 90% em países subdesenvolvidos, é possível prever migrações em massa na busca de maior qualidade de vida (leia-se sobrevivência). O que hoje já ocorre na Europa com migração de árabes e africanos e nos Estado Unidos com os centro-americanos vai crescer a níveis insuportáveis; sem falar nos desabrigados pelas mudanças climáticas. Tempos difíceis nos esperam e este é mais um motivo para ensinar as crianças a pensar. Quem pensa não vê só problemas, procura soluções e encontra-as. Para pensar!

Por Ozinil Martins de Souza, Colunista do Movimento O Sul é o Meu País.

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Genocídio Cultural através da proibição das línguas de origem https://osuleomeupaiscuritiba.com/genocidio-cultural-atraves-da-proibicao-das-linguas-de-origem/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/genocidio-cultural-atraves-da-proibicao-das-linguas-de-origem/#respond Mon, 19 Feb 2024 19:51:24 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69938 Genocídio Cultural através da proibição das línguas de origem

Por Celso Deucher

Agradeço especialmente ao amigo e ativista dos Direitos Humanos Pedro Ignácio Altamirano pelo honroso convite para estar com vocês neste prestigiado Fórum Internacional, cujo objetivo maior é apresentar propostas latino-americanas ao Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU em Genebra.

Represento o Povo Sul-Brasileiro, que luta pelo reconhecimento do seu Direito de Autodeterminação em relação ao Brasil e hoje vou falar sobre o “Genocídio Cultural através da proibição das línguas de origem” que alguns estados membros das Nações Unidas, continuam a promover.

O direito à cultura própria dos povos é um tema fundamental no campo do direito internacional e nas convenções da Organização das Nações Unidas (ONU). Esse direito reconhece a importância da preservação e promoção das identidades culturais das comunidades, grupos étnicos e povos indígenas em todo o mundo, especialmente através de suas línguas de origem.

No âmbito do ordenamento jurídico internacional, diversas convenções e declarações foram estabelecidas para proteger e promover a diversidade cultural e os direitos culturais das pessoas. Esses instrumentos legais internacionais enfatizam a importância de respeitar e proteger a diversidade cultural como parte integrante dos direitos humanos universais. Eles reconhecem que a preservação e promoção das culturas próprias dos povos são essenciais para garantir a dignidade, o respeito e a igualdade de todos os indivíduos e comunidades, independentemente de sua origem étnica, cultural ou racial.

Infelizmente, basta olhar o noticiário internacional, para constatar que um verdadeiro Genocídio Cultural esta em andamento em diversos pontos do planeta. Trata-se de uma realidade muitas vezes negligenciada e pouco discutida, mas que tem impactos devastadores sobre a diversidade étnica e cultural em todo o mundo. Esta forma de genocídio ocorre quando os Estados ou grupos dominantes dentro deles promovem políticas que visam suprimir e erradicar a língua e a cultura de grupos étnicos minoritários. Os estados veem essas línguas como uma ameaça à coesão nacional ou ao poder político estabelecido. Tal visão equivocada acaba levando à sua supressão deliberada.

Este fato acontece no Brasil desde a década de 1940, quando centenas de línguas minoritárias foram simplesmente proibidas para que apenas a língua portuguesa fosse definitivamente implantada. Um exemplo deste genocídio aconteceu no território Sul-Brasileiro, que possuía naquele momento 128 línguas minoritárias que foram arbitrariamente extirpadas. Com elas não morreram apenas as línguas, mas a cultura destes grupos humanos que construíram sua unidade com base na diversidade.

Assim como no Brasil, em outras partes do mundo os Estados implementam políticas que incluem a proibição do ensino e uso das línguas minoritárias nas escolas, na mídia e nas instituições governamentais. Em muitos casos, como o Sul-Brasileiro, os estados promovem a marginalização cultural e a discriminação contra aqueles que falam ou preservam suas línguas tradicionais.

Essas políticas têm um impacto profundo no tecido social e cultural desses territórios. A língua não é apenas um meio de comunicação, mas também é a expressão de uma identidade coletiva, transmitindo valores, conhecimentos e tradições de geração em geração. Quando uma língua é proibida ou ameaçada de extinção, toda uma forma de vida e de compreensão do mundo está em risco. Afinal, a língua é a condutora da cultura.

É importante destacar que o genocídio cultural não se limita apenas à proibição ativa de uma língua. Também pode envolver o deslocamento forçado de comunidades, a destruição de locais culturais e religiosos, a assimilação forçada e outras formas de violência e opressão que visam apagar a identidade cultural dos povos.

Diante dessa realidade, é fundamental que a comunidade internacional reconheça o genocídio cultural como uma gravíssima violação dos direitos humanos e como uma forma de genocídio. Os Estados membros das Nações Unidas têm a responsabilidade de proteger e promover a diversidade cultural e linguística em seus territórios, respeitando os direitos das comunidades minoritárias de preservar suas línguas e culturas.

As medidas para combater o genocídio cultural devem incluir a promoção da educação multilíngue, o apoio à revitalização e preservação das línguas minoritárias, a garantia do acesso igualitário à mídia e aos recursos culturais, bem como a implementação de leis e políticas que protejam os direitos linguísticos e culturais das minorias.

Somente através de um compromisso global e ação coordenada, podemos esperar deter o avanço deste genocídio cultural e preservar a rica diversidade linguística que enriquece a humanidade.

*Celso Deucher é jornalista, professor e escritor

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República Federativa do Brasil: uma utopia! https://osuleomeupaiscuritiba.com/republica-federativa-do-brasil-uma-utopia/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/republica-federativa-do-brasil-uma-utopia/#respond Mon, 19 Feb 2024 19:14:49 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69927 República Federativa do Brasil: uma utopia!

Por Ozinil Martins de Souza

Em época de eleição é sempre bom relembrar que o Brasil é uma República Federativa composta por 26 estados, o Distrito Federal e 5.570 municípios. Se fosse possível definir o país em uma só palavra, talvez, a que melhor o definisse fosse desigualdade. Sim, vivemos em um país extremamente desigual e injusto socialmente.

Dos 5.570 municípios que compõem o Estado brasileiro, um terço, aproximadamente 1.856, não arrecadam o suficiente para pagar os salários de prefeitos e vereadores. Estes municípios vivem basicamente dos repasses do Fundo de Participação dos Municípios e das aposentadorias pagas pelo INSS. Por não terem atividades econômicas significativas estes municípios são exportadores de mão de obra desqualificada, criando um fluxo de movimentação de pessoas que acaba criando ilhas de miséria em todo país. Por um lado, municípios que não agregam valor nenhum à economia, por outro lado municípios que têm seus custos onerados por receber trabalhadores não produtivos e fora do perfil necessário em tempos de economia em mudança.

Em verdade, o grande beneficiário, do modelo federativo atual, fruto da constituição de 1988, é o núcleo de poder instalado em Brasília. Já ouvimos de figuras importantes da República que é necessário ser “Mais Brasil e Menos Brasília.” Brasília, de há muito, é o grande devorador dos recursos que são produzidos em estados e municípios, sustentando um Estado pesado e lento em suas decisões, mas pródigo em conchavos que beneficiam, sempre, a porção mais aquinhoada da população brasileira.

Entre centenas de exemplos que poderiam ser citados, o divulgado na despedida do Ministro Dias Tóffoli da presidência do STF, quando em um gesto de bondade e às custas do dinheiro seu, meu, nosso, autorizou parte da transação dos 60 dias de férias que os magistrados usufruem (o que já é um privilégio odioso em relação aos demais trabalhadores) em dinheiro. Suas Excelências estão autorizadas a “vender” 20 dias das férias e receberão em troca o pagamento de 40 dias.

Desta forma temos uma federação que retira recursos de Estados e municípios para manter uma Brasília em dissonância com que vivem os mortais comuns que os sustentam. O lema “Mais Brasil Menos Brasília” está cada vez mais na moda!

Este ano teremos eleições municipais. É importante que você eleitor que acompanha o Movimento O Sul é o Meu País escolha candidatos a vereadores e prefeitos que partilhem nossas ideias e tenham a visão de que o mais importante ente federativo, é o município, pois aqui se nasce, cresce-se, casa-se, temos filhos e construímos nossas histórias.

Lembre-se de que com seu voto você pode mudar a história!

Por Ozinil Martins de Souza, Colunista do Movimento O Sul é o Meu País.

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Hora de retomar e crescer! https://osuleomeupaiscuritiba.com/hora-de-retomar-e-crescer/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/hora-de-retomar-e-crescer/#respond Sat, 20 Jan 2024 17:01:49 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69912 Hora de retomar e crescer!

A República Federativa do Brasil é composta de 26 Estados e o Distrito Federal. Tem sua capital em Brasília e centraliza todas as decisões que interessa ao povo brasileiro. Desde o dinheiro arrecadado pelos Estados, até as mais comezinhas decisões que interessam, especificamente, a um único Estado devem ser submetidas a uma constituição central. Temos no país uma república que difere da norte-americana em tudo, pois esta permite que os Estados possuam legislações diferentes desde que respeitem os princípios da constituição federal. Portanto, nos Estados Unidos da América você encontrará Estados que se utilizam da pena de morte e outros não, que proíbem o uso de maconha e outros que o permitem. Nesta constituição americana é possível reconhecer a autonomia dos Estados.

O sistema de arrecadação do governo central obriga a que, todos os recursos captados, transitem pelos cofres do governo e, só depois, retornem aos Estados onde foram captados da. Isto faz com que, os Estados e municípios, estejam em Brasília procurando recursos que, originalmente, são seus por direito. Enquanto estados, com governos organizados, empreendedores agressivos, povo com bom nível educacional e voltados para inovação são penalizados ao ter seus recursos retidos e, devolvidos em quantias irrisórias perto do que foi arrecadado, outros Estados vivem da dependência dos recursos daqueles que trabalham e fazem a diferença; isto acontece desde que a república foi criada. Por que durante todo este tempo o povo destes Estados é mantido na ignorância e suas elites não param de acumular riquezas? Basta analisar o IDH dos Estados para ver a pobreza cristalizada em muitos dos beneficiários do sistema.

Em função da criação e manutenção desta situação, desde épocas imemoriais, foram criados movimentos separatistas que foram sufocados pelo uso das espadas do império comandado por Duque de Caxias. As rebeliões, da qual a mais famosa e mais longa foi a Revolução Farroupilha e, que ocorreram em vários e diferentes locais, foram sufocadas pelo império, mas não eliminaram o sentimento existente de que o Brasil, como é administrado desde sempre, torna-se cada vez mais inviável.

O Movimento O Sul é o Meu País não é o único a pautar por um caminho de independência. Em Pernambuco cresce este sentimento, há também o Nordeste Independente, o Amazônia Independente e no Estado mais rico do país há o São Paulo Independente entre outros; a busca pela liberdade econômica e política é o objetivo de quem se sente tolhido por um governo central catalisador.

Nos últimos anos, fruto de um patriotismo ressurgido, o Movimento hibernou. Mas, é chegada a hora de retomar nossas bandeiras, sempre dentro da lei e da ordem, e retomar o trabalho que estava bem encaminhado. A proposta é a da criação, em cada município, de Comissão para conduzir os atos e ações de esclarecimentos ao povo em geral. Sabemos que o apoio ao Movimento é grande (pesquisas realizadas indicam isto) e galvanizar este povo é nossa missão!

Lembrem-se de que o computador que levou o homem à lua em 1969 era equivalente a uma tecnologia básica contida em um 486. Quando se quer os milagres acontecem! Hora de constituir as comissões!!!

Por Ozinil Martins de Souza, Colunista do Movimento O Sul é o Meu País.

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A posição de Mises sobre a secessão https://osuleomeupaiscuritiba.com/a-posicao-de-mises-sobre-a-secessao/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/a-posicao-de-mises-sobre-a-secessao/#respond Thu, 07 Sep 2023 14:20:58 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69331 A posição de Mises sobre a secessão

Este artigo foi publicado no Brasil em 09/11/2012 em https://mises.org.br/article/1454/a-posicao-de-mises-sobre-a-secessao, o qual recomendamos uma visita.

Nele Mises revela uma série de argumentos em relação aos processos de secessão e nos dá o caminho por onde devemos defender a proposta.

Segundo ele:

Uma nação, portanto, não tem nenhum direito de dizer a uma região ou distrito que “Você pertence a mim, quero manter você!” Um distrito é formado por seus habitantes. Se há alguém que tem o direito de ser ouvido nesta situação, este alguém são estes habitantes. Disputas relacionadas a fronteiras devem ser resolvidas por meio de plebiscitos. (Ludwig von Mises – Omnipotent Government, p. 90)

 

Nenhuma pessoa ou nenhum grupo de pessoas devem ser mantidos contra sua vontade em uma associação política da qual não queiram participar. (Nation, State, and Economy, p. 34)

O liberalismo não conhece nenhuma subjugação, nenhuma anexação; assim como ele é indiferente ao próprio estado, o problema do tamanho do estado também lhe é indiferente. O liberalismo não obriga ninguém a se manter contra a sua vontade dentro da estrutura do estado. Quem quiser emigrar ou viver em uma legislação própria não deve ser impedido. Quando uma fatia da população quiser deixar de pertencer a uma união, o liberalismo não irá impedi-la de consumar tal propósito. Colônias, cidades ou distritos que quiserem se tornar independentes estão livres para fazê-lo. Uma nação é uma entidade orgânica e, como tal, não pode ser nem aumentada nem reduzida por mudanças na formação de seus estados; o mundo como um todo não é prejudicado por esse novo arranjo. (Nation, State, and Economy, pp. 39?40)

O tamanho do território de uma nação, portanto, não importa. (Nation, State, and Economy, p. 82)

O direito à autodeterminação, no que tange à questão da filiação a um estado, significa o seguinte, portanto: quando os habitantes de um determinado território (seja uma simples vila, todo um distrito, ou uma série de distritos adjacentes) fizerem saber, por meio de um plebiscito livremente conduzido, que não mais desejam permanecer ligados ao estado a que pertencem, mas desejam formar um estado independente ou tornar-se parte de algum outro estado, seus anseios devem ser respeitados e cumpridos. Este é o único meio possível e efetivo de evitar revoluções e guerras civis e internacionais. (Liberalismo — Segundo a tradição clássica, p. 128)

O direito à autodeterminação de que falamos não é o direito à autodeterminação das nações, mas, antes, o direito à autodeterminação dos habitantes de todo o território que tenha tamanho suficiente para formar uma unidade administrativa independente. Se, de algum modo, fosse possível conceder esse direito de autodeterminação a toda pessoa individualmente, isso teria de ser feito. (Liberalismo — Segundo a tradição clássica, p.129)

A circunstância de se ver obrigado a pertencer a um estado, contra a própria vontade, por meio de uma votação, não é menos penosa do que a circunstância de se ver obrigado a pertencer a esse estado em razão de uma conquista militar (Liberalismo — Segundo a tradição clássica, p.137).

Não faz nenhuma diferença onde estão e como são desenhadas as fronteiras de um país. Ninguém obtém ganhos materiais especiais ao expandir o território do estado em que vive; ninguém sofre perdas se uma parte dessa área for separada do estado. É também irrelevante se todas as partes do território de um estado estão conectados geograficamente ou se estão separadas por um pedaço de terra que pertence a outro estado. Não é de nenhuma importância econômica se um país possui ou não uma orla marítima. Em tal mundo, as pessoas de cada vilarejo ou distrito podem decidir por plebiscito a qual estado querem pertencer. (Omnipotent Government, p. 92)

 

Abaixo, trecho de uma entrevista com Hans-Hermann Hoppe no Austrian Economics Newsletter:

 

AEN: Mises foi melhor que os liberais clássicos na questão do estado?

Hoppe: Mises pensava ser necessário ter uma instituição que reprimisse e subjugasse aquelas pessoas que não se comportassem apropriadamente em uma sociedade, pessoas que representassem um risco porque roubam e matam. Ele rotulou essa instituição de governo.

Mas ele tinha uma ideia muito singular sobre como o governo deveria funcionar. Para restringir seu poder, cada grupo ou indivíduo, se possível, deveria ter o direito de se separar do território do estado caso não concordasse com suas políticas. Ele rotulou isso de ‘direito de autodeterminação’. Mas não a autodeterminação de nações, como prega a Liga das Nações, mas sim a de vilarejos, distritos e grupos de qualquer tamanho.

Em Liberalismo — Segundo a tradição clássica e Nation, State, and Economy, ele eleva a secessão a um status de princípio central do liberalismo clássico. Se fosse possível conceder este direito de autodeterminação a cada indivíduo, disse Mises, isso teria de ser feito. Por conseguinte, o estado democrático se torna, para Mises, uma organização voluntária.

AEN: Ainda assim, o senhor tem sido um forte crítico da democracia.

Hoppe: Sim, da forma como este termo é entendido atualmente. Porém, sob a definição singular de democracia dada por Mises, tal termo significa autonomia ou autogoverno em seu sentido mais literal. Todas as organizações da sociedade, inclusive um governo, deveriam ser o resultado de interações voluntárias.

Em um certo sentido, você pode dizer que Mises era praticamente um anarquista. Se ele se conteve e não expandiu sua lógica até o fim — isto é, se ele não chegou a afirmar explicitamente o direito à secessão individual –, foi apenas por ele considerar tal questão como sendo puramente técnica. Na moderna democracia, exaltamos o método “a maioria decide” como sendo o melhor meio de se eleger aqueles soberanos que deterão o monopólio compulsório da tributação.

Mises frequentemente fazia uma analogia entre o ato de votar e o mercado. Quando você adquire algo no mercado, você está votando no produtor deste bem ou serviço que você adquire. Mas Mises estava perfeitamente ciente de que votar no mercado significa votar com sua própria propriedade. O peso do seu voto está de acordo com o seu rendimento e com o valor da sua produtividade. Na arena política, você não vota com sua propriedade; você vota pensando na propriedade alheia, e os outros votam pensando na sua. As pessoas não têm votos de acordo com o valor de seus rendimentos e de produtividade. Elas votam pensando em se apropriar dos rendimentos e da produtividade alheia.

AEN: No entanto, Mises ataca o anarquismo em termos nada vagos.

Hoppe: O alvo de Mises eram os utópicos de esquerda, os anarco-comunistas ou anarco-sindicalistas. Em sua época, o termo anarquismo remetia exclusivamente a este grupo. O termo anarcocapitalismo ainda não havia sido cunhado (só o foi em meados da década de 1970).

Mises atacava a teoria deles de que o homem é um ser intrinsecamente benevolente e que, por isso, não seria necessária uma defesa organizada contra os inimigos da civilização. Porém, não é nisso que o anarquista defensor incondicional da propriedade privada acredita. É claro que assassinos e ladrões existem. É necessário haver uma instituição que mantenha tais pessoas acuadas. Mises chamava essa instituição de governo, ao passo que as pessoas que não querem estado nenhum afirmam que todos os essenciais serviços de defesa podem ser mais bem efetuados por empresas no mercado. Quem quiser chamar estas empresas de governo, porque acha que assim se sentirá melhor, está livre para isso.

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Nota de Solidariedade https://osuleomeupaiscuritiba.com/nota-de-solidariedade/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/nota-de-solidariedade/#respond Thu, 07 Sep 2023 14:03:41 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69328 Nota de Solidariedade

No fundamental papel de prezar pela vida, pelo bem-estar e pela integridade física, psicológica e emocional de nossos Sulistas, o Movimento O Sul é o Meu País, vem através da presente nota, prestar nossa solidariedade às famílias atingidas pelas chuvas e enchentes nos últimos dias.

Desejamos, neste momento difícil, que apesar das dificuldades, consigam encontrar conforto, saúde, paz e cooperação. Neste sentido, esta Instituição coloca-se à disposição para tentar  ajudar.

Vamos fazer uma corrente de apoio dentro de nossos grupos, nos municípios onde há representação para arrecadar mantimentos, roupas e material de higiene.

Sabemos que palavras pouco ajudam, mas um pouquinho de cada um pode fazer uma grande diferença.

Ressaltamos mais uma vez, que estamos à disposição.

Nossos mais sinceros votos de consideração às famílias sulistas atingidas e que o reestabelecimento de suas vidas e de seus bens seja o mais breve possível.

Nãna Freitas

Presidente do Movimento o Sul é o Meu País.

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Palestra On Line sobre o Movimento o Sul é o Meu País https://osuleomeupaiscuritiba.com/palestra-on-line-sobre-o-movimento-o-sul-e-o-meu-pais/ https://osuleomeupaiscuritiba.com/palestra-on-line-sobre-o-movimento-o-sul-e-o-meu-pais/#respond Sun, 13 Aug 2023 19:47:05 +0000 https://osuleomeupais.org/?p=69318 Palestra On Line sobre o Movimento o Sul é o Meu País

Palestrante Professor Celso Deucher

Dia 26 de Agosto de 2023, ás 19:30h através da plataforma Google MEET.

Valor R$10,00

Forma de pagamento: PIX – chave: E-mail – contato@sullivre.org

Envie o comprovante para Whatsapp (51) 99125 8607.

As inscrições podem ser feitas até dia 24 de Agosto de 2023.

Em caso de desistência, não haverá reembolso.

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